Terça-feira, 31 de Julho de 2012

Primo Levi (31 de Julho de 1919-11 de Abril de 1987)

“I am constantly amazed by man's inhumanity to man.”
Primo Levi, If This Is a Man / The Truce
 
“Sooner or later in life everyone discovers that perfect happiness is unrealizable, but there are few who pause to consider the antithesis: that perfect unhappiness is equally unattainable. The obstacles preventing the realization of both these extreme states are of the same nature: they derive from our human condition which is opposed to everything infinite.”
Primo Levi, Survival in Auschwitz
publicado por C. às 15:08
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Segunda-feira, 30 de Julho de 2012

Chris Marker (1921-2012)

Chris Marker tinha 91 anos

publicado por C. às 13:20
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O sonho da razão engendra monstros

 

 

Desde os anos de faculdade que vou estando atenta à programação do Teatro da Cornucópia. Há peças de que gosto mais do que de outras, mas mesmo assim quando penso no trabalho desenvolvido por Luís Miguel Cintra e companhia tenho tendência para ser parcial.

 

Ontem foi o último dia de exibição d' O Sonho da Razão e como boa portuguesa que sou lá fui eu movida por uma nova curiosidade- De que forma se sentiriam, em palco, os efeitos dos cortes nos subsídios? A realidade é que a qualidade da representação não foi afectada em nada. Houve sim um desdobramento dos actores Dinarte Branco, Leonor Salgueiro em diversas personagens. E é precisamente este querer, esta vontade de continuar nestes tempos sombrios (muito apropriada a selecção de textos do século das Luzes, da Razão) que destaco.

 

O público em geral, o eu inserido no colectivo, tem ainda o livre arbítrio de corresponder, alimentando assim o que se possa entender por Liberdade, porque um país com as estruturas culturais degradadas é um país pobre- da pobreza mais perigosa, que é a perda da capacidade de reflexão e a apatia.

publicado por C. às 09:42
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Sábado, 28 de Julho de 2012

A passagem das horas n' A Cidade Branca

publicado por C. às 20:51
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Sexta-feira, 27 de Julho de 2012

Sinal dos Tempos

Trabalhadores da Cinecittà celebram funeral simbólico do maior estúdio da Europa

O Cinecittà já produziu mais de 3000 filmes, 37 dos quais ganharam um Óscar

 

 

 mais aqui

publicado por C. às 17:41
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Avishai Cohen Trio - Remembering

publicado por C. às 13:35
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Quinta-feira, 26 de Julho de 2012

#2

 

 

 

É um facto, gosto de textos autobiográficos, e apesar de acreditar que as obras falam por si, que não necessitam de acompanhamentos, ou sebentas, acredito também que a maioria dos autores, das mais diversas áreas, expõem um pouco de si, das suas vivências, das suas motivações, das suas formas de contemplar o que os rodeia, nas suas criações. Claro que esta questão é discutível, e a realidade é que nenhum autor, no que se pode designar por processo criativo, é refém das suas experiências.

 

Recentemente a Relógio d'Água publicou a autobiografia de Ingmar Bergman, Lanterna Mágica, e por essa ocasião efectuando umas pesquisas aqui e acolá deparei-me com uma edição anterior, da editora Caravela, e foi essa que li.

 

Como em qualquer autobiografia digna desse nome não são excluídos temas como a família, a transição da infância para a vida adulta, os relacionamentos, a carreira, o passar dos anos até à última estação. No entanto, o texto de Lanterna Mágica não é linear, não segue uma ordem cronológica. Bergman vai relatando, numa linguagem directa, por vezes crua, alguns episódios que o marcaram, e através deles algumas das sensações que influíram no seu carácter e no seu comportamento.

                                                                                                                  

Para quem procura o realizador Ingmar Bergman esta autobiografia ficará muito aquém das expectativas. Nela podemos encontrar o jovem Bergman, sentir-lhe as privações emocionais derivadas de um ambiente familiar austero, as debilidades físicas, a personalidade vincada, constantemente à beira da ebulição. De facto, podemos antever um pouco o futuro realizador quando o pequeno Bergman, que se sente fascinado por uma lanterna mágica que é oferecida ao seu irmão, consegue promover uma troca que satisfaça as partes- a lanterna mágica por soldadinhos de chumbo- e deste modo aos olhos do leitor nasce Bergman, o Realizador. Mas nesta autobiografia Ingmar Bergman ganha outra dimensão, a de homem do Teatro. Arrisco-me a dizer que esta autobiografia é uma demonstração genuína do amor de Bergman pelo Teatro, pela admiração por Strindberg, pela visão particular, por vezes falhada, de conceber os elementos cénicos e de gerir os egos dos intervenientes. E é preciso ser-se grande para, depois do reconhecimento, reconhecer os  próprios erros.

 

A melhor forma de recordar, hoje, Bergman é através dos seus filmes. Destes sempre me ficaram impressos, por vezes mais do que as imagens, os monólogos/diálogos de uma intensidade que nos fazem ver e rever os filmes sempre na expectativa de descobrir o que ficou oculto. É ir descobrindo a filmografia deste grande senhor…

 

publicado por C. às 20:56
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Quarta-feira, 25 de Julho de 2012

Se os leitores não vão às livrarias/bibliotecas, poderão ir ao... metro

foton

 

La máquina de préstamo de libros del metro distribuye 10.000 en un año

'Libroexpress' es el primer dispositivo que presta libros en el metro

Cumple su primer año de funcionamiento en la estación de Sol con más de 3.500 usuarios

Ofrece 135 títulos, entre los que se incluyen novedades y obras populares

La máquina de préstamo de libros del metro distribuye 10.000 en un año

publicado por C. às 13:55
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...

"De los diversos instrumentos inventados por el hombre, el más asombroso es el libro; todos los demás son extensiones de su cuerpo… Sólo el libro es una extensión de la imaginación y la memoria”.

Jorge Luis Borges (1899 -1986)

publicado por C. às 11:37
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Terça-feira, 24 de Julho de 2012

Rare Film of Sculptor Auguste Rodin Working at his Studio in Paris (1915)

 
Quando penso em Rodin penso inevitavelmente na "Catedral"-esse primeiro momento de enamoramento, a que se seguiram a "Danaide", o "Pensador", o "Beijo" e depois toda a obra. É perante estas criações que acredito no divino, porque o concebo como a capacidade que certos seres têm de tocar os comuns mortais e de os afastar momentaneamente da pequenez, das estruturas de poder. Trata-se apenas do simples respirar.

 

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publicado por C. às 13:55
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