Terça-feira, 17 de Setembro de 2013

london calling...

15goingtowork

publicado por C. às 08:58
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Sexta-feira, 13 de Setembro de 2013

já disse que estou quase, quase a fazer anos...

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publicado por C. às 17:05
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Quinta-feira, 12 de Setembro de 2013

do tempo que passa...

 

Mientras uno es niño, adolescente, y viven los abuelos, la nada no se hace presente. Mueren; quedan los padres. Cuando muere a su vez el padre, como los cangilones implacables de una noria en movimiento, se está frente a la tierra que la ha de tragar a uno. Se ha descorrido el último telón. Empieza el tercer acto. Ya no hay remedio. Es la vejez. Las tres edades del hombre: cuando viven los abuelos, cuando sólo viven los padres, cuando ya no hay nadie adelante. Viejo lugar común entrañable. (Diarios (1939-1972) de Max Aub, Alba Editorial, p.164)

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publicado por C. às 08:50
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Quarta-feira, 11 de Setembro de 2013

Cotovia (a preço de saldo)

 

Livros Cotovia
Durante o mês de Setembro,
de segunda a sexta, das 10 às 20
e aos sábados das 12 às 18 horas,
exclusivamente na nossa livraria,
Rua Nova da Trindade 24 (Metro Baixa-Chiado) 

GRANDE PROMOÇÃO!!!
320 títulos do catálogo da Cotovia a
€1 - €2 - €2,5 - €3 - €3,5 - €4 - €5 - €8 - €10

Os restantes títulos do catálogo terão um com desconto de 20%!

(Deste lado proibida de passar por lá, mas fica a informação)
publicado por C. às 18:53
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lembrete: vê lá se te pões esperta e não deixas para a última...

Jangada de Pedra

 

11 A 26 OUT

JANGADA DE PEDRA

TEATRO O BANDO
SALA PRINCIPAL
Quarta a Sábado às 21h, domingo 17h30; M/
JANGADA DE PEDRA
DE JOSÉ SARAMAGO
ENCENAÇÃO DE JOÃO BRITES
QUARTA A SÁBADO ÀS 21H; DOMINGO ÀS 17H30
SALA PRINCIPAL
M/6
€12 a €15 (com descontos €5 a €10,50)
Sessão Língua Gestual Portuguesa: 13 Out 

Dando-nos o prazer de um teatro visionário, espécie de literatura em viagem pelas possibilidades plásticas e cenográficas propostas pelas suas sempre inesperadas máquinas de cena, O Bando retoma Saramago e a poderosa metáfora de uma península que se separa do continente e empreende uma viagem em busca de outro sentido.

«Todos nós jangadas partindo ainda sem saber para onde, largando amarras dos vícios, das dores, dos sistemas antigos e caducos. Todos nós procurando a diferença, a identidade, a soberania. Todos nós partindo para o mar e vendo ao longe esse rochedo fragmentado, essa Europa dividida entre tantos centros e outras tantas periferias. Todos nós caminhando, ouvindo cânticos ancestrais de uma ibéria feita de mil povos cruzados. Todos nós de costas voltadas, voltados de costas uns para os outros, perguntando às populações, aos amigos, aos viajantes: para onde vamos?» Teatro O Bando

Dramaturgia e dramatografia João Brites
Encenação e cenografia João Brites e Rui Francisco 
Música e direcção musical Jorge Salgueiro
Oralidade Teresa Lima 
Figurinos Clara Bento
Desenho de luz João Cachulo 
Desenho de som Sérgio Milhano
Interpretação Anna Kurikka, Bruno Huca, Guilherme Noronha, Miguel Branca, Nuno Nunes e Sara de Castro
Criação Teatro O Bando 
Co-produção Teatro O Bando, Imaginarius e São Luiz Teatro Municipal


Programa paralelo em colaboração com Fundação José Saramago
Agradecimento Escola Superior de Música de Lisboa, Pedro Moreira e José Cedoura 

O Teatro O Bando é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal - Secretário de Estado da Cultura / DGArtes e apoiada pela Câmara Municipal de Palmela    

(a la facebook- Estado: ENTUSIASMADA)                            

publicado por C. às 13:07
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Segunda-feira, 9 de Setembro de 2013

And the days are not full enough

 

Henri Cartier- Bresson. Ezra Pound.
And the days are not full enough
And the nights are not full enough
And life slips by like a field mouse
      Not shaking the grass        

 

 

publicado por C. às 08:53
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Sexta-feira, 6 de Setembro de 2013

"Viagem a Tóquio"

Título original:
Tokyo Monogatari
De:
Yasujiro Ozu
Com:
Chieko Higashiyama, Chishu Ryu, Setsuko Hara
Género:
Drama
Classificação:
M/12
Outros dados:
JAP, 1953, Preto e Branco, 136 min.

Um velho casal resolve ir a Tóquio visitar os filhos. É o pretexto que serve a Ozu para voltar magistralmente aos seus temas: o confronto entre o “velho” e o “novo” Japão, as relações familiares, o envelhecimento, a decepção e a resignação. No melhor estilo de Ozu, a duração dos planos acompanha os ditos e os não ditos (uns e outros sublimes) das personagens. PÚBLICO

 

 

Nota- OBRA-PRIMA! FABULOSO! ÚNICO!

Escusado será dizer que este "Viagem a Tóquio" de Yasujiro Ozu foi direitinho aos meus preferidos, é daqueles filmes que não nos largam, horas e horas depois de termos saído da sala de cinema ainda estamos amarrados a tentar perceber o que captámos, ou até se conseguimos ter a noção do que nos escapou. A história, os planos (ou que eu percebo como o olhar do realizador por detrás da câmara) são sublimes. Dei por mim em vários momentos, já o fizera quando vi o "Primavera Tardia", a pensar na cena, a tentar percebê-la, na distância/posição da câmara (batotice de ter visto o filme do Wenders, senão ia ficar com várias dúvidas), na iluminação- eu raramente penso nisto quando vejo um filme e neste, este "Viagem a Tóquio"...

Será o cansaço certamente, mas passei as horas seguintes com uma enorme vontade de chorar, daquelas em que sentimos os olhos húmidos, umas cócegas no nariz e tentamos conter-nos pelo simples facto da razão, a puta da razão, nos dizer que não tem lógica, que estamos perante algo Belo, uma obra perfeita e que devíamos sentir o oposto, só isso...

 

Vamos a'O GOSTO DO SAKÉ :D

publicado por C. às 12:55
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Quinta-feira, 5 de Setembro de 2013

realidade ou ficção?

 



 

—Gracias, es usted muy amable. Como le decía mi sueño eran los libros, así que abrí una librería. Pero las cosas se pusieron difíciles. Éramos muy pobres. La gente se moría de hambre y yo me sentía un inútil. Entonces cerré Ia librería y fui a trabajar de voluntário a una cooperativa agrícola. Tiempo después, durante Ia Revolución Cultural, me denunciaron. Alguien recordó que ,yo tenía una bodega llena de libros y una noche los guardasi rojos los quemaron. Tuve suerte, pues solo me detuvieron algunos rneses, Del presidio fui a una granja de  reeducación y allí pasé siete anos, siete largos anos, sin leer, profesor. Mi antídoto fue simple: recordar lo leído. Todas las noches repasaba un libro y así pude soportarlo. Luego me consideraron regenerado y se me permitió regresar a Pekín. A princípios de los ochenta pude abrir esta librería, aunque seguíamos siendo muy pobres. Me limitaba a distribuir Ias publícaciones del gobierno y: los autores del Partido, pero recibía muchos libros de manos anónimas, gentes que los habían conservado y que querían venderlos. Así pude reconstruir una biblioteca. Ahora todo ha cambiado. El gobierno controla los listados de obras, pero hay más flexibilidad. Cada mañana, tiemblo de emoción al imaginar lo que me traerán los revendedores. Me gusta ver que un cliente se vá contento com un libro, claro, pero me gusta más ver a ese hombrecito trae un paquete envuelto en hojas de periódico, lo deshace frente a mi, sobre el mostrador, y comienza a contarme que el abuelo murió dejando una biblioteca,que van a vender la casa y que ya no hay lugar para los libros. Es curioso, profesor, pero Ia mayoría de las personas que construyen bibliotecas luego tienen herederos a los que no les interesan los libros. Yo Io encuentro trágico.

 


Los Impostores de Santiago Gamboa, Seix Barral, pp.186-187

publicado por C. às 13:15
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Quarta-feira, 4 de Setembro de 2013

para quem tiver oportunidade...

publicado por C. às 13:51
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Terça-feira, 3 de Setembro de 2013

s.o.s.

leituras em banho maria

 

não sei se sou eu (o cansaço), se é o tempo (já disse que odeio o verão!)...mas preciso de ler algo (sensação ferrero rocher, s'il vous plait), algo capaz de deitar o mundo abaixo, de abalar todas as estruturas e forçar-me a reconceptualizar...(ando há 3 meses a ressacar Musil e tudo o resto é simpático, ou bonzinho- good effort,smart, but... for god sake not enough)

 

S(O.S.)ugestões?

publicado por C. às 13:45
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