Terça-feira, 2 de Julho de 2013

Nas horas que me pertencem

Sabes o que é uma pérola, e o que é uma opala? Quando vieste ao meu encontro, nas doces noites daquele Verão, a minha alma era bela, mas a sua beleza era a beleza pálida e fria de uma pérola. O teu amor atravessou-me, e agora sinto como se a minha mente fosse uma espécie de opala, isto é, como se estivesse repleta de estranhas cores e incertos matizes, de cálidas luzes e rápidas sombras, de música interrompida.

 

Cartas a Nora de James Joyce, trad. José Miguel Silva, Relógio D’Água, p.53

publicado por C. às 01:10
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