Quinta-feira, 19 de Novembro de 2015

...

Pela primeira vez, não sinto vontade de conhecer o fim, nem sequer a continuação, desta história. Estou nua, na poltrona, a ver dormir Julien. Queria permanecer assim, petrificada, apática, no silêncio só entrecortado pelas nossas respirações regulares, sem ter de fazer mais gestos nem dizer mais palavras que nos mudam e nos traem. Este instante é verdadeiro e está vivo, e eu estendo-o até à eternidade…

 

O astrágalo de Albertine Sarrazin, pref. Patti Smith, trad. Luís Leitão, Antígona

publicado por C. às 13:37
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