Sexta-feira, 24 de Janeiro de 2014

dos fins possíveis

El traidor y el héroe

 

(VER Hallan final alterno a cuento de Borges)

publicado por C. às 18:30
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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2013

Nas horas que me pertencem

“En Roma, conversé con filósofos que sintieron que dilatar la vida de los hombres era dilatar su agonía y multiplicar el número de sus muertes” (p.9)

 

Esta Ciudad (pensé) es tan horrible que su mera existencia y perduración, aunque en el centro de un desierto secreto, contamina el pasado y el porvenir y de algún modo compromete a los astros. Mientras perdure, nadie en el mundo podrá ser valeroso o feliz. “ (p.16)

 

“La muerte (o su alusión) hace preciosos y patéticos a los hombres. Estos conmueven por su condición de fantasmas; cada acto que ejecutan puede ser último; no hay rostro que no esté por desdibujarse como el rostro de un sueño. Todo, entre los  mortales, tiene el valor de lo irrecuperable y de lo azaroso. Entre los Inmortales, en cambio, cada acto (y cada pensamiento) es el eco de otros que en el pasado lo antecedieron, sin principio visible, o el fiel presagio de otros que en el futuro lo repetirán hasta el vértigo. No hay cosa que no esté como perdida entre infatigables espejos. Nada puede ocurrir una sola vez, nada es preciosamente precario. Lo elegíaco, lo grave, lo ceremonial, no rigen para los Inmortales. Homero y yo nos separamos en las puertas de Tánger; creo que no nos dijimos adiós.” (p.23)

 

“El inmortal” in El Aleph de Jorge Luis Borges, Alianza/Emecé

publicado por C. às 21:53
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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2013

reLER :D

 

Nas livrarias a 18 de janeiro:

 

 

publicado por C. às 13:15
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Domingo, 16 de Dezembro de 2012

Somos o que perdemos

 ©Maurizio Mansioli

 

espetáculo integrado no "Ano do Brasil em Portugal - Mostra de Teatro do Brasil"

Eu vi o sol brilhar em toda a sua glória é o quinto monólogo de João Paulo Lorenzon e o segundo inspirado no universo de Jorge Luis Borges. Esta é uma síntese de seu trabalho como ator e dramaturgo e das perguntas que gostaria de compartilhar com o público: Depois de se encontrar com as visões do infinito, podemos esquecê-las? O que fazemos depois de ter visto a maravilha? O que vem depois da revelação? Quais as coisas que nos restaram? Qual o sentimento depois do auge? A peça mergulha na inesgotável obra de Jorge Luis Borges e olha para as perdas que nos constituem.
 
inspirado no universo de Jorge Luis Borges
criação e conceção João Paulo Lorenzon
codireção Karim da Hora
desenho de luz Lúcia Chedieck
música original Manuel Pessoa
supervisão artística Joana Dória
elenco João Paulo Lorenzon
cenotécnico Uiedson Aparecido Torres
realização Espaço Mágico Prod. Art. Ltda
 
(ou porque gosto dos fins-de-semana)
publicado por C. às 18:58
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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2012

Divagação

 

 

Uma parte do meu fim-de-semana foi passada a ver esta entrevista e uma outra de 1976.

A dada altura do meu percurso deparei-me com dois Borges, o escritor do Aleph, do Ficções, livros a que vou regressando porque a minha memória não perdoa a passagem dos dias, que li não conhecendo a dimensão do escritor e que, então, definiram um antes e depois de Jorge Luís Borges na minha mínima percepção literária, depois lá fui atentando ao que se dizia e pelo que percebia não estava só nas minhas considerações. O outro, este já conhecido depois, o Leitor, que  invejável e que me fez pensar "quando for grande quero ser assim" -até podia aqui entrar em divagações sobre a relação entre um bom escritor ser um bom leitor- mas o que me voltou ao espírito foi a questão da mortalidade, das debilidades a que até os génios estão sujeitos, ou apenas o que os torna  tão humanos e ilusoriamente tão próximos de nós.

Foi possivelmente o primeiro plano do Sr. Borges na entrevista de 1976, a imagem de um homem cego, que me deixou comovida, como outrora o fiquei com Beethoven. Não me parece justo fazer a distinção entre qualquer um destes exemplos e o comum mortal, no entanto como conceber a ideia de que pessoas que fazem da Arte a sua vida, e que dão aos demais possibilidades infinitas de sonhar, se vejam a dada altura privadas de o fazer. 

 

Pensar nos anos que tenho pela frente... pensar na minha vida se fosse privada de ler...não sei, assim de repente parece-me algo...tão insustentável. Será verdade que a sobrevivência se sobrepõe, no entanto hoje, só hoje, não me parece possível.

 

publicado por C. às 10:17
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Quarta-feira, 25 de Julho de 2012

...

"De los diversos instrumentos inventados por el hombre, el más asombroso es el libro; todos los demás son extensiones de su cuerpo… Sólo el libro es una extensión de la imaginación y la memoria”.

Jorge Luis Borges (1899 -1986)

publicado por C. às 11:37
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