Quarta-feira, 13 de Novembro de 2013

À ESPERA DE GODOT

 

ENSEMBLE – SOCIEDADE DE ACTORES
À ESPERA DE GODOT 
DE SAMUEL BECKETT
ENCENAÇÃO DE CARLOS PIMENTA
QUINTA A SÁBADO ÀS 21H; DOMINGO ÀS 17H30
SALA PRINCIPAL
M/12
Duração: 2h10 com intervalo 
€12 a €15 (com descontos €5 a €10,50)

“Sinto-lhe por vezes a aproximação, apesar de tudo. E fico estranho.”

Didi e Gogo aguardam em dois actos a vinda daquele incerto Godot que Beckett sempre se recusou a identificar com a divindade, para realçar, não a finalidade da espera, mas o que se produz enquanto ela decorre. Logo em 1952, data da sua estreia, foi perceptível que a parábola bíblica ou farsa clownesca intitulada À Espera de Godot se oferecia à época e à cultura como a sua fábula mais poderosa e significativa. Voltando-se repetidamente para a árvore em que não acabam por se enforcar, enquanto tentam conferir sentido à sua espera, Didi e Gogo dão a ver a situação característica do homem do nosso tempo: uma situação incapaz de se traduzir em significado porque nela se joga uma vida já sem significado; um homem cuja vida é apenas o que resulta de não haver suicídio.

Godot é, apesar de tudo,  a esperança de qualquer coisa que está para vir. Estamos sempre à espera de Godot. Nada a fazer.

Tradução e dramaturgia Francisco Luís Parreira
Direcção Carlos Pimenta
Cenografia João Mendes Ribeiro
Assistência de Cenografia Ana Feijão
Assistência de Encenação Vânia Mendes
Figurinos José António Tenente
Desenho de luz José Álvaro Correia
Interpretação Ivo Alexandre, Jorge Pinto, António Durães, António Parra e Leandro Havelda
tags:
publicado por C. às 13:50
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 11 de Setembro de 2013

lembrete: vê lá se te pões esperta e não deixas para a última...

Jangada de Pedra

 

11 A 26 OUT

JANGADA DE PEDRA

TEATRO O BANDO
SALA PRINCIPAL
Quarta a Sábado às 21h, domingo 17h30; M/
JANGADA DE PEDRA
DE JOSÉ SARAMAGO
ENCENAÇÃO DE JOÃO BRITES
QUARTA A SÁBADO ÀS 21H; DOMINGO ÀS 17H30
SALA PRINCIPAL
M/6
€12 a €15 (com descontos €5 a €10,50)
Sessão Língua Gestual Portuguesa: 13 Out 

Dando-nos o prazer de um teatro visionário, espécie de literatura em viagem pelas possibilidades plásticas e cenográficas propostas pelas suas sempre inesperadas máquinas de cena, O Bando retoma Saramago e a poderosa metáfora de uma península que se separa do continente e empreende uma viagem em busca de outro sentido.

«Todos nós jangadas partindo ainda sem saber para onde, largando amarras dos vícios, das dores, dos sistemas antigos e caducos. Todos nós procurando a diferença, a identidade, a soberania. Todos nós partindo para o mar e vendo ao longe esse rochedo fragmentado, essa Europa dividida entre tantos centros e outras tantas periferias. Todos nós caminhando, ouvindo cânticos ancestrais de uma ibéria feita de mil povos cruzados. Todos nós de costas voltadas, voltados de costas uns para os outros, perguntando às populações, aos amigos, aos viajantes: para onde vamos?» Teatro O Bando

Dramaturgia e dramatografia João Brites
Encenação e cenografia João Brites e Rui Francisco 
Música e direcção musical Jorge Salgueiro
Oralidade Teresa Lima 
Figurinos Clara Bento
Desenho de luz João Cachulo 
Desenho de som Sérgio Milhano
Interpretação Anna Kurikka, Bruno Huca, Guilherme Noronha, Miguel Branca, Nuno Nunes e Sara de Castro
Criação Teatro O Bando 
Co-produção Teatro O Bando, Imaginarius e São Luiz Teatro Municipal


Programa paralelo em colaboração com Fundação José Saramago
Agradecimento Escola Superior de Música de Lisboa, Pedro Moreira e José Cedoura 

O Teatro O Bando é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal - Secretário de Estado da Cultura / DGArtes e apoiada pela Câmara Municipal de Palmela    

(a la facebook- Estado: ENTUSIASMADA)                            

publicado por C. às 13:07
link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 26 de Abril de 2013

"Rosencrantz e Guildenstern Estão Mortos"

 
 
 
 

Estreado em 1966, Rosencrantz and Guildenstern are Dead é um texto essencial da dramaturgia contemporânea e do pós-modernismo no teatro. Enviados pelo tio de Hamlet para tentarem conter a ira do seu sobrinho e desvendar a origem da sua loucura, Rosencrantz e Guildenstern, personagens secundárias de Hamlet, de Shakespeare, vêem-se perdidos na sua missão e incapazes de saber quem são, numa magnífica reflexão sobre a espera e a inevitabilidade da morte.


A presente proposta centra a encenação nessas duas personagens e no Actor, reflectindo sobre as várias possibilidades de existência de uma mesma personagem, sobre a unidade existencial do individuo, sobre a instabilidade permanente da existência e sobre as questões do actor e da representação, num texto que se decompõe em múltiplos sentidos e se desmultiplica em divertidos jogos de palavras.

 

Texto Tom stoppard
Encenação Marco Martins
Tradução João Paulo Esteves da Silva
Dramaturgia Marco Martins, Nuno Lopes, Gonçalo Waddington e Bruno Nogueira
Cenografia Artur Pinheiro
Figurinos Isabel Carmona
Desenho de Luz Nuno Meira
Música Original e Interpretação ao vivo Noiserv
Assistência de Produção Pedro Cruzeiro
Direcção de produção Narcisa Costa

Interpretação Gonçalo Waddington/Nuno Lopes/Bruno Nogueira/Beatriz Batarda/Romeu Costa/Joana de Verona/Jorge Mota/Pedro Cruzeiro e 5 estudantes


 

Teatro Nacional de São João, no Porto, de 11 a 28 de Abril.

CENTRO CULTURAL DE BELÉM 19, 20, 21, 22 e 24 Jun 2013 - 21:00
23 Jun 2013 - 16:00

 

 

(o bilhete já cá canta, claro. e para que fique registado, gosto imenso do trabalho do Nuno Lopes e da Beatriz Batarda- ai, o que seria de mim sem a Cornucópia :D)

tags:
publicado por C. às 09:00
link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 22 de Outubro de 2012

Na agenda- Dança da Morte

 
 
 

“Now I know the full power of evil. It makes ugliness seem beautiful and goodness seem ugly and weak.” August Strindberg, The Dance of Death

 

Texto central na obra de Strindberg, Dança da Morte é inexplicavelmente uma das peças do seu repertório menos representadas em Portugal. Um retrato diabólico e desolado da vida claustrofóbica de um casal isolado do mundo, estruturado quase como um combate de boxe em vários rounds sem qualquer perspectiva de salvação, esta obra de uma absoluta modernidade constitui a matriz para muitos dos textos mais importantes da dramaturgia contemporânea.


Num espaço cénico claustrofóbico, intemporal e de geografia indefinida, a presente encenação deste texto irá confrontar então dois actores de gerações distintas, Miguel Guilherme e Isabel Abreu, numa releitura intensamente realista e psicológica deste drama burguês sobre o esvaziamento de objectivos, o cansaço e a procura de culpabilização do outro pelas escolhas e falhanços individuais.

 

 

Texto August Strindberg
Tradução João Paulo Esteves da Silva
Encenação Marco Martins
Cenografia Artur Pinheiro

Desenho de luz Nuno Meira
Figurinos Isabel Carmona

Sonoplastia ameba
Interpretação Miguel Guilherme, Isabel Abreu, Sérgio Praia
Figuração Mariana Mestre, Pedro Cruzeiro

 

aqui

 

publicado por C. às 16:37
link do post | comentar | favorito
|

.pesquisar

.arquivos

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Outubro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

.tags

. todas as tags

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds