Quarta-feira, 8 de Maio de 2019

boa semana...

 

publicado por C. às 13:40
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Sábado, 16 de Fevereiro de 2019

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publicado por C. às 22:48
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Sábado, 15 de Dezembro de 2018

Murasaki & Krasznahorkai

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publicado por C. às 10:01
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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2018

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publicado por C. às 13:42
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Terça-feira, 24 de Julho de 2018

Thomas Bernhard

 

publicado por C. às 22:41
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(…)Eu, por meu  lado, nunca teria querido ser o Glenn Gould; contrariamente ao Wertheimer, que teria gostado muito de ser o Glenn Gould, eu sempre quis ser apenas eu próprio, o Wertheimer, no entanto, sempre pertenceu ao número daqueles que estão continuamente, durante toda a vida e para seu perene desespero, a desejar ser outra pessoa, que eles acreditam ser mais favorecida pela vida, pensei eu. O Wetheimer teria gostado de ser o Glenn Gould, teria gostado de ser o Horowitz, teria provavelmente gostado mesmo de ser o Gustav Mahler ou o Alban Berg. O Wertheimer não conseguira ver-se a si próprio como um ser único, como qualquer pessoa o pode e deve fazer se não quiser cair no desespero, qualquer pessoa, seja quem for, é um ser único, é o que estou sempre a dizer a mim próprio e assim fico salvo. O Wertheimer nunca pôde ter diante dos olhos esta tábua de salvação, ou seja, nunca pôde considerar-se a si próprio como algo de único, faltavam-lhe para isso todas as condições prévias. Cada pessoa é um ser único e, na realidade, considerada em si mesma, é a maior obra de arte de todos os tempos, foi sempre esta a minha opinião que sempre pude manter, pensei eu. O Wertheimer não tinha esta possibilidade, e por isso queria ser sempre o Glenn Gould ou mesmo o Gustav Mahler ou o Mozart e outros que tais. E logo desde muito cedo começou a ser infeliz por causa disso, e continuou sempre a sê-lo. Não precisamos de ser génios para sermos únicos e para o sabermos reconhecer, pensava eu.

 

O Náufrago, Thomas Bernhard, trad. Leopoldina Almeida, Relógio d’Água, p.81

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Domingo, 22 de Julho de 2018

Capricho

Escrútame los ojos sorpréndeme la boca,
sujeta entre tus manos esta cabeza loca;
dame a beber veneno, el malvado veneno
que moja los labios a pesar de ser bueno.

Pero no me preguntes, no me preguntes nada
de porqué lloré tanto en la noche pasada;
las mujeres lloramos sin saber, porque sí.
Es esto de los llantos pasaje baladí.

Bien se ve que tenemos adentro un mar oculto,
un mar un poco torpe, ligeramente estulto,
que se asoma a los ojos con bastante frecuencia
y hasta lo manejamos con una dúctil ciencia.
No preguntes amado, lo debes sospechar:
en la noche pasada no estaba quieto el mar.
Nada más. Tempestades que las trae y las lleva
un viento que nos marca cada vez costa nueva.
Si, vanas mariposas sobre jardín de Enero,
nuestro interior es todo sin equilibrio y huero.
Luz de cristalería, fruto de carnaval
decorado en escamas de serpientes del mal.

Así somos, ¿no es cierto? Ya lo dijo el poeta:
deseamos y gustamos la miel en cada copa
y en el cerebro habemos un poquito de estopa.

Bien. No, no me preguntes. Torpeza de mujer,
capricho, amado mío, capricho debe ser.
Oh, déjame que ría. ¿No ves que tarde hermosa?
Espínate las manos y córtame una rosa.

 

El Dulce Daño, Alfonsina Storni

publicado por C. às 19:36
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Silvia Pérez Cruz · Alfonsina y el mar

 

publicado por C. às 19:32
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ASÍ: COMO UNO DE ESOS BARCOS QUE, después de bailar toda la noche con un iceberg al compás de música desarreglada por míster Stokowski, descubre que se hunde por entre pasajes disonantes de viento ártico. Así es. A veces hasta puedo hilvanar una frase entera con cierta gracia, mis palabras ofrecen una coreografía discernible y, por un tiempo muy limitado, dejo de ser la persona que soy y me convierto en la persona que el resto del mundo querría que fuera.

Me explico: soy de esas impresentables personas que, si se le pregunta dónde está, lo más probable es que conteste En el planeta Tierra. Con esto quiero decir que no soy lo que se considera una persona muy ubicada en el contexto real de las cosas. Seguro que esta no es la primera vez que oyen referirse a alguien como yo, individuos a los cuales las diferentes formas de arte pretenden redimir y presentar como personas encantadoras, diferentes, antiheróes, cuando en realidad somos auténticas basuras: formas originales de lo monstruoso que lo único que hacen es alterar lo establecido. Pérdidas de tiempo. en constante movimiento.

 

Historia Argentina, Rodrigo Fresán, Planeta - Biblioteca del Sur, p.13

publicado por C. às 19:09
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Sábado, 7 de Julho de 2018

Keaton Henson & Lisa Hannigan - How Could I Have Known

 

publicado por C. às 19:43
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