Sexta-feira, 25 de Maio de 2018

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Al principio, aseguró después de una pausa, somos como el Monsieur Teste de Valéry: cultivamos la literatura no empírica. Es un arte secreto cuya forma exige ni ser descubierta. Imaginamos lo que pretendemos hacer y vivimos en esa ilusión… En definitiva, son los cuentos que cada uno se cuenta a sí mismo para sobrevivir. Impresiones que no están en condiciones de ser entendidas por extraños. Oero es posible una ficción privada? O tiene que haber dos? A veces, los momentos perfectos tienen por testigo sólo a quien los vive. Podemos llamar a esse murmullo- ilusório, ideal, incierto- la historia personal.

 

Los diários de Emilio Renzi- Años de formación, de Ricardo Piglia, Anagrama, p.18

publicado por C. às 13:56
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