Sexta-feira, 25 de Maio de 2018

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Al principio, aseguró después de una pausa, somos como el Monsieur Teste de Valéry: cultivamos la literatura no empírica. Es un arte secreto cuya forma exige ni ser descubierta. Imaginamos lo que pretendemos hacer y vivimos en esa ilusión… En definitiva, son los cuentos que cada uno se cuenta a sí mismo para sobrevivir. Impresiones que no están en condiciones de ser entendidas por extraños. Oero es posible una ficción privada? O tiene que haber dos? A veces, los momentos perfectos tienen por testigo sólo a quien los vive. Podemos llamar a esse murmullo- ilusório, ideal, incierto- la historia personal.

 

Los diários de Emilio Renzi- Años de formación, de Ricardo Piglia, Anagrama, p.18

publicado por C. às 13:56
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Sexta-feira, 11 de Maio de 2018

Cat Clyde - The River

 

publicado por C. às 13:58
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Até este amor por uma frase musical pareceu por instantes ir estimular em Swann a possibilidade de uma espécie de rejuvenescimento. Havia tanto tempo que renunciara a aplicar a sua vida a um fim ideal e a limitava à procura de satisfações quotidianas, que acreditava, sem nunca o dizer formalmente a si mesmo, que aquilo não mudaria nunca até à sua morte; mais, não sentindo já ideias elevadas no espírito, deixara de acreditar na sua realidade, porém sem ser capaz de a negar completamente. E tomara também o hábito de se refugiar em pensamentos sem importância que lhe permitiam pôr de lado o fundo das coisas.

 

Em Busca do Tempo Perdido - Do Lado de Swann, Marcel Proust, Trad. Pedro Tamen, p.224

publicado por C. às 13:37
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Quarta-feira, 2 de Maio de 2018

Quanto Puderes (1913)

Mesmo se não puderes fazer a vida como a queres,

isto ao menos tenta

quanto puderes: não a desbarates

nos muitos contactos do mundo,

na agitação e nas conversas.

 

Não a desbarates arrastando-a,

e mudando-a e expondo-a

ao quotidiano absurdo

das relações e das companhias

até se tornar uma estranha importuna.

 

145 Poemas de Konstantinos Kaváfis, Tradução, apresentação e notas de Manuel Resende, FLOP

publicado por C. às 13:28
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Chavela Vargas - Soledad

 

publicado por C. às 13:24
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