Quarta-feira, 2 de Maio de 2018

Quanto Puderes (1913)

Mesmo se não puderes fazer a vida como a queres,

isto ao menos tenta

quanto puderes: não a desbarates

nos muitos contactos do mundo,

na agitação e nas conversas.

 

Não a desbarates arrastando-a,

e mudando-a e expondo-a

ao quotidiano absurdo

das relações e das companhias

até se tornar uma estranha importuna.

 

145 Poemas de Konstantinos Kaváfis, Tradução, apresentação e notas de Manuel Resende, FLOP

publicado por C. às 13:28
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1 comentário:
De Pântano a 7 de Julho de 2018 às 20:22
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